O livro contempla textos de autores que apresentam os Institutos Federais como organização complexa, pois foi um agregado de antigas instituições em uma nova institucionalidade, com oferta de diversos cursos e modalidades (destacando-se uma análise do Proeja), desde a educação básica até a superior, mas com foco obrigatório nos cursos técnicos. Assim, diante de um cenário da acumulação flexível, advinda das novas tecnologias de base microeletrônica e da informática, essa complexidade institucional está em disputa pelos diferentes atores sociais que interagem com ela, sobretudo, quando se trata da politecnia, por seu valor epistemológico, do trabalho como princípio educativo e por seu valor ontológico e histórico.